“Estupidamente preciso de você. Sim, estupidamente… Me sinto estúpido por amar alguém assim. É um amor tão complexo, abundante e grande. Um amor que rodeia-me como o céu. Onde eu olho, vejo esse amor. Estupidamente ainda sinto sua falta, e choro ao escutar uma música romântica. Não que ela seja a “nossa” música. Mas é que coisas sobre o amor, como músicas melosas, casais de mãos dadas, perfumes suaves e doces, filmes de amor, corações, livros sobre uma história de amor. Amor, amor. Tudo onde se encontra o amor, pode ter certeza, encontra-me pensando em ti. Amor, amor. Preciso de você tanto que hoje não é saudade. É necessidade… Canto canções de ninar e conto histórias lúdicas… Mas esse amor não dorme de jeito nenhum. O único jeito é matá-lo. Dar uma maçã envenenada, para que enfim, ele durma eternamente.”